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Havia relações sexuais entre TODOS ali, afirma delegada que está na frente da investigação do caso FLORDELIS

Foto: Reprodução - SpinOff

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Havia relações sexuais entre TODOS ali, afirma delegada que está na frente da investigação do caso FLORDELIS

Flordelis e Anderson se apresentavam como um casal amoroso e perfeito diante da sociedade, mas “debaixo do pano” era totalmente diferente, revela outro investigador.

 

 

Aconteceu mais uma audiência sobre a suposta participação da deputada federal Flordelis do Santos na morte de seu marido Anderson do Carmo, que também era pastor. Na sessão, a delegada Barbara Lomba — que é a responsável pela primeira fase de investigações — disse que dentro da família havia diversas relações sexuais entre seus membros, que viviam na comunidade do Jacarezinho, no RJ.

 

“Havia relações entre todos ali. Flordelis não se relacionava só com o Anderson e o Anderson não se relacionava só com ela”, disse Lomba ao relatar coisas que lhe chamaram a atenção durante a apuração e investigação do crime.

 

 

Barbara foi a segunda testemunha de acusação a falar na audiência. Flordelis, por sua vez, chegou na sessão com 45 minutos de atraso, e levou uma bronca da juíza Nearis dos Santos.

 

Segundo notícia divulgada pelo O Globo, a delegada descreveu, com detalhes, a relação entre os membros da família. As informações, segundo ela, foram lhe passadas durante uma conversa informal com Flávio dos Santos, filho da deputada.

 

 

“Flávio se disse revoltado com as relações que ele viu [na casa]. As relações eram baseadas na mentira. Estabeleceu-se uma lógica familiar baseada em estratégia e fachadas tinham que ser montadas. Muitas coisas que aconteciam lá, não poderiam aparecer”, afirmou a delegada.

 

Barbara ainda falou que Flordelis “elegeu” Anderson como seu marido, pois ele seria “o mais preparado” para tal função. Vale ressaltar que o pastor chegou à casa da deputada ainda quando era um adolescente.

 

Em sua defesa, a deputada negou participação no crime: “Eu não mandei matar meu marido. Jamais faria isso”. Por privilégio parlamentar, Flordelis não pode ser presa. No entanto, na Câmara dos Deputas ela sofre um processo por quebra de decoro e pode perder seu mandato. Além do mais, ela usa uma tornozeleira eletrônica.

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